sábado, 6 de junho de 2015

Eu só quero amar-te até o infinito

Até o infinito, os meios são loucuras que digo! 

Olha! Por de trás daqueles olhos, há um Deus!
Por de trás daqueles olhos, bem distante, há um Eu!
É tudo que importa!
O mundo com seus amores, com seus martírios,
O mundo que se exploda,
Pois por de trás daqueles olhos, sobram-lhe dores.
Vem! Me desperta uma ilusão que só eu sinto.
Não! Não sou tão tolo assim!
Tu ficas ai, com teus amigos, com tuas diversões,
Que eu solitário, permaneço aqui.
Olha bem! Por detrás daquela solidão,
Há um ser solitário que não se importa!
É preciso sumir, ou melhor, nunca aparecer!
O segredo da felicidade é não se importar!
O segredo da felicidade é ser bobo, é ser bobo!
Não sei quem sou, e tentar Ser me custa.
Olhe bem, meu bem! Não há nada por detrás daqueles olhos.
Eu criei tudo.
Ela não pensa, não tem opinião... Sorrir, mas quem não rir abertamente?
Louco eu sou,  por pensar que és diferente!
És medíocre, como todas que conheço,
Indigna de partilhar minhas loucuras.
A quem quero enganar, por detrás daqueles olhos há um vazio.
Sempre houve... Sabiamente não digo que nunca houve nada!
Eu criei tudo!
E por detrás daqueles olhos, há apenas um eu que invetei!
Isso é triste! Tudo nessa vida é triste!
Essa perfeição que criei me tira a verdade,
Por detrás daqueles olhos
Há apenas uma menina que pensa ser qualquer coisa que nunca vai ser.

 Eis a verdade: nada me serve disso, eu só quero amar-te até o infinito!

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